Estreia hoje “A Vida Invisível”, candidato do Brasil ao Oscar 2020

A Vida Invisível“, dirigido por Karim Aïnouz estreia hoje, 21, quinta-feira nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Jaboatão dos Guararapes, João Pessoa, Maceió, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São José, São Paulo, Teresina e Vitória.

O sétimo longa-metragem da carreira de Karim é uma livre adaptação do romance de Martha Batalha, que vem conquistando prêmios impostantes nos principais festivais do mundo, como o Grand Prix da monstra Un Certain Regard, no Festival de Cannes – conquista inédita na história do cinema brasileiro. 

Aqui está a sinopse oficial: Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

A produção tem integrada em seu elenco nomes como o de Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flávia Gusmão, Antônio Fonseca, Flavio Bauraqui, Maria Manoella e participação especial de Fernanda Montenegro.  

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“O Juízo”, de Andrucha Waddington ganha cartaz oficial

O Juízo“, de Andrucha Waddington, acaba de ganhar o cartaz oficial. O longa, escrito por Fernanda Torres, é um suspense sobrenatural que narra um acerto de contas que leva mais de duzentos anos para se concretizar. Uma produção Conspiração, coprodução Globo Filmes e distribuição Paris Filmes com lançamento marcado para dia 12 de dezembro nos cinemas.

O filme conta a história de Augusto Menezes (Felipe Camargo) que está em crise no casamento com Tereza (Carol Castro). Na esperança de colocar sua vida nos eixos, depois de perder o emprego na cidade e sofrer com o alcoolismo, decide mudar-se com a mulher e o filho Marinho (Joaquim Torres Waddington) para uma fazenda herdada do avô. Mas a propriedade carrega uma história de traição e vingança que pode custar mais caro a Augusto e sua família do que ele imaginava.

Aqui está a sinopse oficial: Augusto Menezes muda-se com a mulher Tereza  e o filho, Marinho, para uma fazenda abandonada, herdada do avô, na esperança de colocar a vida nos trilhos. A propriedade, no entanto, carrega o carma da traição ao escravo Couraça, que busca ao longo dos séculos a vingança contra a família de Augusto.

O Juízo” também traz no elenco Criolo e Kênia Bárbara, que vivem Couraça e Ana, escravos determinados a se vingar dos antepassados de Augusto, que os traíram no passado. Fernanda Montenegro interpreta a espírita Marta Amarantes e Fernando Eiras, o psiquiatra Doutor Lauro, além de Lima Duarte como o joalheiro Costa Breves.


“A Vida Invisível”: Preciso continuar te escrevendo para não esquecer da pessoa que um dia eu fui

Poucas foram as vezes que saí de um cinema tão comovida, com uma sensação de desespero e angustia. Filmes de drama tendem a nos encaminhar para estas emoções, entretanto, nunca vi ou para ser mais clara, senti, algo tão poderoso quanto “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão“. Dirigido pelo cearense Karim Aïnouz e apresentado como um melodrama tropical, o longa é de longe a resposta mais dura ao patriarcado imposto cruelmente em nossa sociedade. A história contada aqui, é a narrativa real de várias mulheres que tiveram seus sonhos podados e arrancados de forma brutal.

No Rio de Janeiro, Carol Duarte e Julia Stockler interpretam as irmãs Eurídice e Guida, provindas de uma família conservadora de portugueses, as duas almejam alcançar destinos distintos. Enquanto Eurídice deseja estudar piano em um importante conservatório em Viena, Guida quer viver intensamente a vida e ser feliz tirando o máximo proveito de tudo. Apesar das duas se encaminharem para objetivos diferentes, é visível o apoio mútuo entre as irmãs. O carinho entre as protagonistas é quase tangível, e o público entende, mesmo que sejam poucas as palavras proferidas nesse sentido quando estão juntas. Rimos e nos divertimos com suas trapalhadas, até que tudo começa a desandar. Estamos nos anos 50 e não há uma linha tênue entre o que é certo ou errado. Como mulher, ou você age de acordo com as perspectivas de seus pais, ou você simplesmente se tornaria um desgosto para sua família.

Partindo desse ponto, a trajetória das irmãs toma um rumo desumano. Enquanto uma acaba cedendo as obrigações impostas pela sociedade, como casar para ser bem vista pela comunidade como um todo, a outra – após fugir para a Grécia – volta para a casa grávida – sem marido e sem um pai para o seu filho. Ao retornar para casa Guida não reencontra Eurídice, e como forma de vingança, seu pai afirma: “Ela está estudando em Viena! Não mora mais aqui“. Sendo expulsa de casa, a unica felicidade de Guida é saber que sua irmã alcançou o que queria. Entretanto, seu pai mentiu, e a talentosa Eurídice ainda está no Brasil, obrigada a viver um relacionamento indesejado e arranjado com Antenor, vivido pelo ator Gregório Duvivier.

Em uma das cenas mais inquietantes deste longa, na atrapalhada noite de núpcias, Eurídice é violentada por Antenor. E é a partir daí que acompanhamos a total anulação da personagem, se tornando algo que nunca desejou ser. Além de mãe e dona de casa, a protagonista vai aos poucos se distanciando de si mesmo, deixando para trás todas as suas aspirações. Enquanto isso Guida dá luz ao seu filho. Ainda confusa e depressiva, a personagem foge do hospital e vai para sua casa sem o bebê. No outro dia, decide ir a um barzinho. Ao notar que seus seios estavam cheios de leite, Guida tem uma espécie de epifania. Decide retornar ao hospital, e assim recupera o seu primogênito. Ao abordar assuntos como a maternidade, Karim demonstra maturidade ao tocar em uma temática considerada por muitas mulheres como um tabu. Dizem que quando nasce um filho, nasce também uma mãe, mas não é bem assim… E a forma como assistimos esse descobrimento de Guida neste aspecto é lindo e muito verossímil a realidade feminina.

Durante 2 horas e 25 minutos de duração do longa, a voz de Guida nos guia. As cartas enviadas por ela a Eurídice nunca foram repassadas. E é dolorido para o espectador saber que nada do que estava predestinado as duas mulheres de fato aconteceu. Quando mais velha, Fernanda Montenegro assume o papel de Eurídice, e descobre que por vários anos sua irmã lhe escreveu cartas imaginando que estaria em Viena. De fato uma das sequencias mais impactantes de toda a narrativa. Indo além do tempo, as cartas traçam um lindo reencontro a jornada das irmãs.

A adaptação proveniente do livro homônimo de Martha Batalha, ganha uma estrutura cinematográfica belíssima. Acompanhada de tons amenos e ângulos que demonstram muito bem a emoção de cada integrante do elenco, a fotografia de Hélène Louvart é simples porém eficaz. Em cenas de maior impacto, a diretora opta por utilizar cores fortes, atingindo de maneira inesperada a experiência do projeto. Atribuída aqui de forma diegética, a trilha sonora criada pela própria personagem de Eurídice, delega um tom ambíguo a película. Ao mesmo tempo que emociona de forma tocante, o piano traz em suas notas, melodias carregadas de terror e aflição.

Existem filmes que vão muito além do que projetam. Filmes necessários, com assuntos que infelizmente ainda perduram nossa atualidade. Idealizados para incomodar. “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” é exemplo certeiro, proporcionando discussões fundamentais ao desígnios injustamente atribuídos a mulheres de todas as partes do mundo. Que as figuras femininas representadas aqui como Eurídice e Guida, possam viver seus sonhos, de forma livre e visível a qualquer um. 


Assista ao trailer de “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Karim Aïnouz

O sétimo longa-metragem de Karim Aïnouz, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão” terá estreia mundial hoje, 20 de maio, no Festival de Cannes na mostra Un Certain Regard, mesma divisão na qual o diretor lançou, em 2002, “Madame Satã”, primeiro filme de sua carreira.

A obra traz nos papéis principais duas jovens estreantes no cinema. Tanto Carol Duarte, reconhecida por seu trabalho na TV aberta, como Julia Stockler, experiente atriz de teatro, foram escolhidas após participarem de um concorrido teste com mais de 300 candidatas. O elenco traz ainda Fernanda Montenegro, como atriz convidada, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui e Maria Manoella.

Aqui está a sinopse oficial: Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

O filme é uma livre adaptação do romance homônimo de Martha Batalha, “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, que tem previsão de lançamento no circuito comercial em novembro deste ano. Além disso, o projeto é uma produção da RT Features, de Rodrigo Teixeira, em coprodução com a alemã The Match Factory e os brasileiros Sony Pictures Brasil, Canal Brasil e Naymar (infraestrutura audiovisual).


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“O Beijo No Asfalto” | Primeiro filme dirigido por Murilo Benício estreia nesta quinta-feira

Sendo o primeiro trabalho de direção do ator Murilo Benício, “O Beijo No Asfalto” teve seu trailer divulgado. O longa tem estreia marcada para seis de dezembro, quinta-feira. Numa adaptação ousada e diferente, que mescla teatro e cinema em preto e branco, o longa traz um elenco de peso: Fernanda Montenegro, Débora Falabella, Lázaro Ramos, Stênio Garcia, Otávio Müller e Augusto Madeira.

Na trama, Lázaro Ramos vive Arandir, um homem que, sem pensar, atende ao pedido de um beijo na boca feito por outro homem prestes a morrer ao ser atropelado na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro. Tal gesto banal vira uma matéria sensacionalista de Amado (Otávio Müller), um repórter que cria uma fake News e passa a explorar o beijo entre dois homens para vender mais jornal. A versão criada pelo jornalista incita a polícia a investigar uma suposta ligação entre Arandir e o morto e cria dúvidas na cabeça de Selminha (Débora Falabella), mulher de Arandir e filha de Aprígio (Stênio Garcia), que, misteriosamente, insiste na ideia de que presenciou o beijo, quando, na verdade, estava de costas.

Exibido na 41ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, o elenco é um dos grandes destaques do filme. Vale lembrar que “O Beijo No Asfalto” estreia nessa quinta-feira, seis de dezembro.


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“O Beijo No Asfalto”, que marca estreia de Murilo Benício como diretor, chega aos cinemas em dezembro

Murilo Benício faz sua estreia na direção no filme “O Beijo No Asfalto“, peça escrita por Nelson Rodrigues e encenada pela primeira vez nos palcos em 1961. O filme promete ser uma adaptação ousada e diferente, que mescla teatro e cinema em preto e branco.  Com lançamento marcado para o dia 6 de dezembro, o longa traz um elenco de peso: Fernanda Montenegro, Débora Falabella, Lázaro Ramos, Stênio Garcia, Otávio Müller e Augusto Madeira.

Em “O Beijo No Asfalto“, Lázaro Ramos vive Arandir, um homem que, sem pensar, atende ao pedido de um beijo na boca feito por outro homem prestes a morrer ao ser atropelado na Avenida Presidente Vargas, no Rio de Janeiro. Tal gesto banal vira uma matéria sensacionalista de Amado (Otávio Müller), um repórter que cria uma fake News e passa a explorar o beijo entre dois homens para vender mais jornal. A versão criada pelo jornalista incita a polícia a investigar uma suposta ligação entre Arandir e o morto e cria dúvidas na cabeça de Selminha (Débora Falabella), mulher de Arandir e filha de Aprígio (Stênio Garcia), que, misteriosamente, insiste na ideia de que presenciou o beijo, quando, na verdade, estava de costas.

Além de um elenco estrelado, o filme conta ainda com uma equipe de grandes nomes, como o fotógrafo Walter Carvalho, direção de arte de Tiago Marques Teixeira, montagem de Pablo Ribeiro e trilha de Berna Ceppas. Além de dirigir, Murilo Benício é produtor e roteirista do filme. Com produção de Marcello Ludwig Maia, da República Pureza Filmes, o longa tem distribuição em circuito nacional pela ArtHouse.

Relembrando que “O Beijo no Asfalta” chega aos cinemas dia 6 de dezembro.

“A Vida Invisível”: Fernanda Montenegro integra o elenco da nova produção de Karim Aïnouz

O longa-metragem “A Vida Invisível“, de Karim Aïnouz, acabou de ser rodado esta semana no Rio de Janeiro. Com produção de Rodrigo Teixeira, da RT Features. O filme é uma livre adaptação do livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha. A produção contará com Fernanda Montenegro no elenco.

A história se trata de um melodrama contemporâneo sobre sororidade, uma crônica da condição feminina nos anos 50 no Rio de Janeiro, década marcada por um conservadorismo profundo. A personagem principal será interpretada por Fernanda e Carol Duarte em fases diferentes da vida.

Sinopse: Antigas cartas de sua irmã Guida, há muito desaparecida, surpreendem Eurídice, hoje uma senhora de 80 anos. No Rio de Janeiro dos anos 50, Guida e Eurídice serão cruelmente separadas, impedidas de viverem os sonhos que alimentaram juntas ainda adolescentes. “A Vida Invisível” é a história destas duas mulheres, duas irmãs, tentando lutar contra as forças sociais que insistem em frustrá-las. Invisíveis em uma sociedade paternalista e conservadora, se desdobram para seguir em frente, ainda que distante de seus sonhos e desejos.

Além de Fernanda Montenegro e Carol Duarte, o elenco conta com Júlia Stockler e Gregório Duvivier. Com roteiro assinado por Murilo Hauser e colaboração de Inés Bortagaray. Com coprodução do Canal Brasil e distribuição da Sony Pictures, “A Vida Invisível” tem previsão de estreia em 2019.

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